O Perfume da Vida
domingo, 22 de junho de 2025
Evangeliza - O Perfume da Vida
sexta-feira, 9 de maio de 2025
Evangeliza - Uma estória contada por Chico Xavier
Uma estória contada por Chico Xavier
domingo, 4 de maio de 2025
Evangeliza - Educação
Educação
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: “Taça de Luz” – Edição LAKE
domingo, 26 de maio de 2024
Tem bom ânimo!
Tem bom ânimo!
domingo, 19 de novembro de 2023
Vencerás
Vencerás
(Emmanuel)
domingo, 21 de maio de 2023
Coerência
Coerência
Atribui-se a Mahatma Gandhi uma das mais belas histórias que já tive a oportunidade de ouvir. Conta-se que, em determinado dia, Gandhi andava pelas ruas da Índia quando foi surpreendido por um guarda britânico, que sem nenhum motivo proferiu um soco em seu rosto, levando-o ao solo.
Gandhi se levantou, sem proferir uma única palavra de protesto, e prostrou-se de pé diante do soldado que sem hesitar proferiu um segundo soco em Gandhi, que novamente tombou ao chão.
Nesse momento, uma multidão começou a se aglomerar ao redor da confusão, formada por transeuntes que presenciaram o ato de violência. Temendo o pior, Gandhi tenta acalmar o ímpeto de revolta da população.
O soldado impetuoso e irônico pergunta a Gandhi: “Covarde! Quem te ensinou a não reagir?”. Calmamente Gandhi levanta o braço e aponta o dedo para o peito do soldado lhe dizendo: “Foi esse homem preso à cruz, pendurada em teu peito”.
O soldado então coloca a mão no crucifixo que carregava em seu pescoço e constrangido com a resposta de Gandhi, evadiu-se do local sem nada dizer.
Gandhi não era cristão, era hindu, mas naquele momento foi capaz de exercer um dos preceitos cristãos mais difíceis de serem executados, “oferecei a outra face”.
Qual daqueles dois homens foi de fato coerente com a sua fé? O que agiu com violência ou aquele que agiu com mansuetude?
Sejamos coerentes com a nossa fé e lembremos qual a verdadeira razão de sermos Cristãos.
terça-feira, 16 de maio de 2023
Amor
Amor
(João de Brito)
O Amor, sublime impulso de Deus, é a energia que move os mundos:
Tudo cria, tudo transforma, tudo eleva.
Palpita em todas as criaturas.
Alimenta todas as ações.
***
O ódio é o Amor que se envenena.
A paixão é o Amor que se incendeia.
O egoísmo é o Amor que se concentra em si mesmo.
O ciúme é o Amor que se dilacera.
A revolta é o Amor que se transvia.
O orgulho é o Amor que enlouquece.
A discórdia é o Amor que divide.
A vaidade é o Amor que ilude.
A avareza é o Amor que se encarcera.
O vício é o Amor que se embrutece.
A crueldade é o Amor que tiraniza.
O fanatismo é o Amor que petrifica.
A fraternidade é o Amor que se expande.
A bondade é o Amor que se desenvolve.
O carinho é o Amor que se enflora.
A dedicação é o Amor que se estende.
O trabalho digno é o Amor que aprimora.
A experiência é o Amor que amadurece.
A renúncia é o Amor que se ilumina.
O sacrifício é o Amor que se santifica.
O Amor é o clima do Universo.
***
É a religião da vida, a base do estímulo e a força da Criação.
Ao seu influxo, as vidas se agrupam, sublimando-se para a imortalidade.
Nesse ou naquele recanto isolado, quando se lhe retire a influência, reina sempre o caos.
Com ele, tudo se aclara.
Longe dele, a sombra se coagula e prevalece.
Em suma, o bem é o Amor que se desdobra, em busca da Perfeição no Infinito, segundo
os Propósitos Divinos; e o mal é, simplesmente, o Amor fora da Lei.
(XAVIER, Francisco Cândido. Falando à Terra. Espíritos Diversos - João Brio. Página 57 - Amor).
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