Gestão - Organização Pessoal e Gestão do Tempo
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
domingo, 21 de fevereiro de 2016
PNL - Metáfora - O Melhor dos Lugares
Apresentação Powerpoint:
PNL - Metáforas (1)
PNL - Metáforas (2)
Roteiro de Relaxamento e Leitura de Metáfora
(Fabiana Brigida)
Iniciar com a música suave.
Podemos se assim desejar começar fechando os olhos, se permitindo estar vivendo o aqui e o agora, deixando para trás todas as ansiedades, preocupações, medos e dúvidas. Quem sabe você possa pedir licença ao mundo lá fora para estar aqui e agora. Isso! Assim! Você pode sentir o ambiente tranqüilo em que está nesse momento.
Quem sabe até respirar profundamente se permitindo se sentir cada vez mais relaxado. Isso!
Cada uma no seu tempo, se assim for interessante, pode deixar a música penetrar na sua mente como um sopro de brisa suave envolvendo todo o seu corpo. A medida que você respira suave e profundamente, vai permitindo uma maior serenidade em você mantendo-se num estado de vigília consciente.
Assim está perfeito!
E agora eu convido vocês a ouvirem uma linda história que se inicia em...
Iniciar a metáfora.
* * *
Eu não sei exatamente o que esta história traz para cada uma de vocês no dia de hoje, não sei qual a imagem criada por vocês enquanto a ouviam, tampouco sei se essa história retrata alguma experiência vivida. o que sei é que neste momento você pode levar suas mãos ao peito num gesto de quem carrega algo precioso para dentro de si, deixando que essa história se encaixe em alguma parte do seu corpo ou mente, acolhendo-a como um grande aprendizado.
E cada uma no seu tempo pode começar a esticar o corpo delicadamente, ir abrindo os olhos se acostumando aos poucos com a claridade.
E se assim desejar você pode se levantar e dar um abraço na sua colega desejando um bom dia de trabalho.
Metáfora - O Melhor dos Lugares
PNL - Metáforas (1)
PNL - Metáforas (2)
Roteiro de Relaxamento e Leitura de Metáfora
(Fabiana Brigida)
Iniciar com a música suave.
Podemos se assim desejar começar fechando os olhos, se permitindo estar vivendo o aqui e o agora, deixando para trás todas as ansiedades, preocupações, medos e dúvidas. Quem sabe você possa pedir licença ao mundo lá fora para estar aqui e agora. Isso! Assim! Você pode sentir o ambiente tranqüilo em que está nesse momento.
Quem sabe até respirar profundamente se permitindo se sentir cada vez mais relaxado. Isso!
Cada uma no seu tempo, se assim for interessante, pode deixar a música penetrar na sua mente como um sopro de brisa suave envolvendo todo o seu corpo. A medida que você respira suave e profundamente, vai permitindo uma maior serenidade em você mantendo-se num estado de vigília consciente.
Assim está perfeito!
E agora eu convido vocês a ouvirem uma linda história que se inicia em...
Iniciar a metáfora.
* * *
Eu não sei exatamente o que esta história traz para cada uma de vocês no dia de hoje, não sei qual a imagem criada por vocês enquanto a ouviam, tampouco sei se essa história retrata alguma experiência vivida. o que sei é que neste momento você pode levar suas mãos ao peito num gesto de quem carrega algo precioso para dentro de si, deixando que essa história se encaixe em alguma parte do seu corpo ou mente, acolhendo-a como um grande aprendizado.
E cada uma no seu tempo pode começar a esticar o corpo delicadamente, ir abrindo os olhos se acostumando aos poucos com a claridade.
E se assim desejar você pode se levantar e dar um abraço na sua colega desejando um bom dia de trabalho.
Metáfora - O Melhor dos Lugares

Conta a tradição persa que uma
caravana viajava há dias pelo deserto. Já não havia uma gota de água para
aplacar a sede. De repente, os caravaneiros encontraram um poço. Fizeram descer
por ele uma vasilha, mas a corda arrebentou.
Com
a segunda e a terceira, aconteceu o mesmo. Decidiram, então, que um dos
viajantes desceria amarrado a uma corda. Ele também não voltou. Desceu o
segundo e este também não voltou. Foi quando um sábio, que viajava com eles, se
ofereceu para descer. Assim foi feito.
Ao
chegar ao fundo do poço, ele encontrou um monstro horripilante que se achava o
guardião do poço. Ele disse ao sábio:
“Agora
você também é meu prisioneiro e só terá sua vida poupada se der a resposta
certa à minha pergunta.”
“Pois
pergunte”, disse o sábio. E o monstro questionou:
“De
todos os lugares do mundo, qual é o melhor?”
Diante
da pergunta, o sábio pensou que estava cativo e impotente nas mãos do monstro.
Se dissesse que o melhor lugar seria a sua própria terra, estaria desprezando a
morada do monstro.
Por
fim, respondeu:
“O
melhor lugar do mundo é aquele onde se tem amigo íntimo, ainda que esse lugar
seja o fundo da terra.”
“Bravo!”,
exclamou o monstro. “Você é um verdadeiro homem e sua sabedoria salvou a sua
vida e de seus amigos.”
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Comunicação - PNL e a Assertividade na Comunicação
Apresentação Powerpoint:
Comunicação - PNL e a Assertividade na Comunicação
Para o Espiritismo a comunicação “é uma faculdade do principio inteligente (espírito) destinada ao aprimoramento contínuo através da vivência com outros seres”.
Comunicação - PNL e a Assertividade na Comunicação
Comunicação
Toda a história do homem constitui permanente esforço de comunicação. A comunicação favorece bom entendimento.
“Comunicação é o ato pela qual as pessoas se relacionam transformando-se mutuamente e a realidade que os rodeia” (Juan Bordenave).
Para a comunicação tem que haver um “emissor” e um “receptor”:
• EMISSOR: quem envia a mensagem, responsável pelo inicio do processo comunicativo;
• RECEPTOR: quem recebe a mensagem. O alvo da comunicação, que decifra a mensagem;
A mensagem é aquilo que o outro entende. Quando falamos em comunicação, costumamos esquecer uma coisa muito importante: A mensagem é sempre aquela que o outro entende, e não aquilo que nós pensamos que falamos.
Desde o momento em que o homem passou a viver em sociedade a comunicação tornou-se imperativa. Alguns imperativos da comunicação correspondem a:
• Trocar idéias;
• Apresentar idéias;
• Expor saberes;
• Intercambiar experiências.
Comunicar é:
• tornar algo comum;
• transferir experiências;
• compartilhar;
• o meio que permite ações mútuas;
• transferir estados psíquicos através de símbolos;
• a reação do receptor em relação à mensagem do emissor (feedback);
• qualquer comportamento.
Há quatro etapas da necessidade da evolução, da necessidade da comunicação na vida do homem:
1) O homem não vive só. Nenhum homem vive só.
2) O homem já nasce com a predisposição para se comunicar. É inerente dele. O homem nasce com capacidade de interagir, de pertencer ao grupo a que compõe. É uma necessidade. Ele carece de interagir. A necessidade da interação. O homem sente a necessidade de estabelecer relação de troca.
3) Capacidade de romper as barreiras individuais. Começar a melhorar e a romper as barreiras para esta interação acontecer, o beneficio é o crescimento do próprio homem, bem como o progresso da própria sociedade.
4) Romper as barreiras da tecnologia, do avanço, do progresso que o próprio homem cria.
“A comunicação humana é um processo que envolve a troca de informações, e utiliza os sistemas simbólicos como suporte para este fim.” (WIKIPÉDIA, Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/>).
Signo é o que dá sentido na comunicação entre duas ou mais pessoas.
Comunicação é um processo de interação. Interagir é influenciar e ser influenciado pela comunicação. Reciprocidade na influência. É próprio do ser humano.
Comunicação é intercâmbio de informação. É a manifestação do pensamento através do intercâmbio, da expressão, da criação. (definição de comunicação social com base no, Capítulo V, Artigo 220 da Constituição Federal Brasileira de 1988).
O homem é um ser social, espiritual e interativo. Somos seres sociais interativos. Somos seres integrais. Temos que exercer o nosso lugar na família, na sociedade.
“Não se pode não comunicar” (Paul Watalawick / Janet Beavin / Don Jackson).
A comunicação está na interação produzida e não somente quando decodificamos a mensagem.
A comunicação se efetiva quando facilita a interação.
A finalidade da comunicação é produzir e possibilitar relacionamentos ampliando a interação.
A comunicação é eficiente quando:
• Há o entendimento;
• Facilita a interação;
• Facilita e produz relacionamentos;
• Facilita a reciprocidade;
• Produz transformações e renovação.
A boa comunicação produz o entendimento, mais e bons relacionamentos, transformações positivas, resultados, evolutivos, renovação e encontros.
Comunicar é tornar comum idéias, sentimentos. Seu objetivo é o entendimento entre os homens. Para tanto é preciso que haja compreensão mútua entre os indivíduos que se comunicam.
Num diálogo, as palavras representam uma pequena parte da comunicação. Há linguagem do corpo, especialmente dos olhos e das feições. Há a vibração criada pela intenção por trás das palavras. Tudo isso cria o ambiente da comunicação em que as pessoas se relacionam e se entendem.
Na arte de comunicar bem com seu semelhante, use sempre os 3H’s:
• Humor;
• Humildade;
• Humanidade.
De tanto ver as crueldades, nós banalizamos a forma de ver o mundo, de se importar, nos acostumamos com as situações angustiantes e nos conduzimos na indiferença, frios e insensíveis.
Sempre a comunicação de nossas necessidades e reclames estará submetida à leitura que fazemos de nós próprios e do mundo que nos rodeia (Johnson-Laird).
Só há mudanças em nós quando interagimos, quando nos relacionamos e a comunicação é o meio de que possibilita os relacionamentos e a interação.
Sem comunicação não há cultura. Conhecimentos, tradições, habilidades, crenças são partilhadas por um grupo, passa de geração para geração.
Cultura pode ser entendida com qualquer transmissão de informação entre seres humanos. Refere-se a crenças, comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e "preenchem" a sociedade. (WIKIPÉDIA, Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/>).
Interagimos em várias dimensões. Como somos interativos a comunicação nos afeta e afetamos pela comunicação. A sociedade e a cultura nos afetam e nós afetamos a sociedade e a cultura.
O processo comunicativo é fundamental no progresso tecnológico.
Sem comunicação o homem não poderia trabalhar em conjunto, produzir coletivamente e crescer.
A compreensão dos signos, a compreensão da linguagem é a base da comunicação. Para compreender um signo temos de percebê-lo e interpretá-lo, conforme a intenção do autor, sendo que na análise, devido a termos ambíguos ou vagos não se têm definição precisa e admitem várias interpretações. (SCHAFF, 1968, p.344-346 apud ARANHA e MARTINS, Filosofando, 2003, p.33-34).
A comunicação existe em dois níveis: consciente e inconsciente.
Não se pode deixar de influenciar, da mesma maneira que não se pode deixar de comunicar.
Para melhorar a qualidade da comunicação, o ser humano precisa desenvolver as habilidades de se expressar e de ouvir. Normalmente as pessoas estão predispostas a defender seus pontos de vista e não dão atenção as idéias.
A comunicação não é apenas uma intenção, um propósito de transmitir algo. É também o resultado obtido a partir dela.
“Comunicação é o ato pela qual as pessoas se relacionam transformando-se mutuamente e a realidade que os rodeia” (Juan Bordenave).
Para a comunicação tem que haver um “emissor” e um “receptor”:
• EMISSOR: quem envia a mensagem, responsável pelo inicio do processo comunicativo;
• RECEPTOR: quem recebe a mensagem. O alvo da comunicação, que decifra a mensagem;
A mensagem é aquilo que o outro entende. Quando falamos em comunicação, costumamos esquecer uma coisa muito importante: A mensagem é sempre aquela que o outro entende, e não aquilo que nós pensamos que falamos.
Desde o momento em que o homem passou a viver em sociedade a comunicação tornou-se imperativa. Alguns imperativos da comunicação correspondem a:
• Trocar idéias;
• Apresentar idéias;
• Expor saberes;
• Intercambiar experiências.
Comunicar é:
• tornar algo comum;
• transferir experiências;
• compartilhar;
• o meio que permite ações mútuas;
• transferir estados psíquicos através de símbolos;
• a reação do receptor em relação à mensagem do emissor (feedback);
• qualquer comportamento.
Há quatro etapas da necessidade da evolução, da necessidade da comunicação na vida do homem:
1) O homem não vive só. Nenhum homem vive só.
2) O homem já nasce com a predisposição para se comunicar. É inerente dele. O homem nasce com capacidade de interagir, de pertencer ao grupo a que compõe. É uma necessidade. Ele carece de interagir. A necessidade da interação. O homem sente a necessidade de estabelecer relação de troca.
3) Capacidade de romper as barreiras individuais. Começar a melhorar e a romper as barreiras para esta interação acontecer, o beneficio é o crescimento do próprio homem, bem como o progresso da própria sociedade.
4) Romper as barreiras da tecnologia, do avanço, do progresso que o próprio homem cria.
“A comunicação humana é um processo que envolve a troca de informações, e utiliza os sistemas simbólicos como suporte para este fim.” (WIKIPÉDIA, Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/>).
Signo é o que dá sentido na comunicação entre duas ou mais pessoas.
Comunicação é um processo de interação. Interagir é influenciar e ser influenciado pela comunicação. Reciprocidade na influência. É próprio do ser humano.
Comunicação é intercâmbio de informação. É a manifestação do pensamento através do intercâmbio, da expressão, da criação. (definição de comunicação social com base no, Capítulo V, Artigo 220 da Constituição Federal Brasileira de 1988).
O homem é um ser social, espiritual e interativo. Somos seres sociais interativos. Somos seres integrais. Temos que exercer o nosso lugar na família, na sociedade.
“Não se pode não comunicar” (Paul Watalawick / Janet Beavin / Don Jackson).
A comunicação está na interação produzida e não somente quando decodificamos a mensagem.
A comunicação se efetiva quando facilita a interação.
A finalidade da comunicação é produzir e possibilitar relacionamentos ampliando a interação.
A comunicação é eficiente quando:
• Há o entendimento;
• Facilita a interação;
• Facilita e produz relacionamentos;
• Facilita a reciprocidade;
• Produz transformações e renovação.
A boa comunicação produz o entendimento, mais e bons relacionamentos, transformações positivas, resultados, evolutivos, renovação e encontros.
Comunicar é tornar comum idéias, sentimentos. Seu objetivo é o entendimento entre os homens. Para tanto é preciso que haja compreensão mútua entre os indivíduos que se comunicam.
Num diálogo, as palavras representam uma pequena parte da comunicação. Há linguagem do corpo, especialmente dos olhos e das feições. Há a vibração criada pela intenção por trás das palavras. Tudo isso cria o ambiente da comunicação em que as pessoas se relacionam e se entendem.
Na arte de comunicar bem com seu semelhante, use sempre os 3H’s:
• Humor;
• Humildade;
• Humanidade.
De tanto ver as crueldades, nós banalizamos a forma de ver o mundo, de se importar, nos acostumamos com as situações angustiantes e nos conduzimos na indiferença, frios e insensíveis.
Sempre a comunicação de nossas necessidades e reclames estará submetida à leitura que fazemos de nós próprios e do mundo que nos rodeia (Johnson-Laird).
Só há mudanças em nós quando interagimos, quando nos relacionamos e a comunicação é o meio de que possibilita os relacionamentos e a interação.
Sem comunicação não há cultura. Conhecimentos, tradições, habilidades, crenças são partilhadas por um grupo, passa de geração para geração.
Cultura pode ser entendida com qualquer transmissão de informação entre seres humanos. Refere-se a crenças, comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e "preenchem" a sociedade. (WIKIPÉDIA, Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/>).
Interagimos em várias dimensões. Como somos interativos a comunicação nos afeta e afetamos pela comunicação. A sociedade e a cultura nos afetam e nós afetamos a sociedade e a cultura.
O processo comunicativo é fundamental no progresso tecnológico.
Sem comunicação o homem não poderia trabalhar em conjunto, produzir coletivamente e crescer.
A compreensão dos signos, a compreensão da linguagem é a base da comunicação. Para compreender um signo temos de percebê-lo e interpretá-lo, conforme a intenção do autor, sendo que na análise, devido a termos ambíguos ou vagos não se têm definição precisa e admitem várias interpretações. (SCHAFF, 1968, p.344-346 apud ARANHA e MARTINS, Filosofando, 2003, p.33-34).
A comunicação existe em dois níveis: consciente e inconsciente.
Não se pode deixar de influenciar, da mesma maneira que não se pode deixar de comunicar.
Para melhorar a qualidade da comunicação, o ser humano precisa desenvolver as habilidades de se expressar e de ouvir. Normalmente as pessoas estão predispostas a defender seus pontos de vista e não dão atenção as idéias.
A comunicação não é apenas uma intenção, um propósito de transmitir algo. É também o resultado obtido a partir dela.
Para o Espiritismo a comunicação “é uma faculdade do principio inteligente (espírito) destinada ao aprimoramento contínuo através da vivência com outros seres”.
O tao (caminho) da comunicação espírita: “É sabendo que se fala e vivendo o que se diz. Falando ao próximo como a si mesmo”.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Emoções - As emoções básicas e homem primitivo
Emoções básicas
Apresentação - Emoções
O homem primitivo


... visando garantir a sobrevivência do ser (conservação da espécie).

Apresentação - Emoções
Emoção é a resposta instintiva que temos quando passamos pelas diversas situações da vida.
Sem as emoções as pessoas não percebem significado nos acontecimentos.O homem primitivo
Diante
da ameaça. Eminência de perigo.

Medo Raiva

Fugir Enfrentar
... visando garantir a sobrevivência do ser (conservação da espécie).
Tristeza

Alegria
Amor
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
domingo, 31 de janeiro de 2016
Evangelizar - Evangelho no Lar
Apresentação Powerpoint:
Evangelizar - Evangelho no Lar
Evangelizar - Evangelho no Lar
O Evangelho no Lar e no Coração (FEB)
L.E. 208. Os Espíritos dos pais não exercem influência sobre os dos filhos, após o nascimento destes?
“Exercem, e muito, pois já dissemos, os Espíritos devem concorrer para o progresso recíproco. Pois bem, os Espíritos dos pais têm a missão de desenvolver os dos filhos pela educação: isso é para eles uma tarefa. Se nelas falharem, serão culpados.”
(KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Questão 208).
“Se um homem é a partícula divina da coletividade, o lar é a célula sagrada de todo edifício da civilização.”
Emmanuel - (XAVIER, Francisco Cândido. Cinqüenta anos depois. Pelo Espírito de Emmanuel. 17. Ed. Rio de Janeiro: FEB. 1985. p. 102).
A importância do Lar na educação moral
É, no lar que os Espíritos se reencontram, sob o mesmo teto, na condição de pais, filhos e irmãos; nesse ambiente, são oferecidas as oportunidades de novo aprendizado moral, possibilitando aos reencarnados exercitarem-se no campo afetivo, desenvolvendo a fraternidade, a solidariedade, enfim, os sentimentos derivados do amor.
Assim, a função educadora e regeneradora da família é extremamente delicada e importante, quando se atribui à reencarnação a oportunidade de ascensão na escala evolutiva, através de novas experiências, no campo intelectual e moral.
Coerente com essa visão, afirma Emmanuel:*
“A melhor escola, ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter”.
Emmanuel - (XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Pelo Espírito de Emmanuel. Questão 110, FEB).
O Evangelho no Lar e no Coração - Fundamentação Doutrinária
Vários Espíritos de escol se manifestaram sobre a validade e conveniência da reunião em torno do Evangelho de Jesus, no lar; dentre eles podemos citar:
Emmanuel destaca a importância dessa prática nos lares, quando afirma:
O culto do Evangelho no lar não é uma inovação. É uma necessidade em toda parte, onde o Cristianismo lance raízes de aperfeiçoamento e sublimação. (...)
Quando o ensinamento do Mestre vibre entre as quatro paredes de um templo doméstico, os pequeninos sacrifícios tecem a felicidade comum.
(XAVIER, Francisco Cândido. Luz no lar. Por diversos Espíritos. 8. ed. Rio de janeiro: FEB, 1997, cap. 1 - Culto cristão no lar, Pelo Espírito de Emmanuel, p. 11 e 12).
Bezerra de Menezes, por sua vez, pondera:
Trabalhemos pela implantação do Evangelho no Lar, quando estiver ao alcance de nossas possibilidades.
(...) Trazer as claridades da Boa Nova ao templo da família é aprimorar todos os valores que a experiência terrestre nos pode oferecer.
(XAVIER, Francisco Cândido. Temas da vida: Evangelho no lar. Bezerra de Menezes. São Paulo: CEU, 1978).
Segundo André Luiz:
Os espíritas e, em particular, os participantes de grupos mediúnicos (...) precisam compreender a necessidade do Culto do Evangelho no lar. Pelo menos, semanalmente, é aconselhável se reúna com os familiares ou com alguns parentes capazes de entender a importância da iniciativa, em torno da Doutrina Espírita, à luz do Evangelho do Cristo e, sob a cobertura moral da oração.
(XAVIER, Francisco Cândido. Desobssessão. Pelo Espírito André Luiz. 23. ed. Rio de Janeiro: FEB. 2003, cap. 70, p. 239).
Joanna de Ângelis esclarece:
Pelo menos, uma vez por semana, reúne a tua família e felicita-a com o Espiritismo, criando, assim, e mantendo, o culto evangélico, para que a diretriz do Mestre seja eficiente rota de amor à sabedoria em tua casa... E prossegue: E se desejares felicidade, na Terra, incorpora-o ao teu lar, criando um clima de felicidade geral.
(FRANCO, Divaldo Pereira. Espírito e vida. Joanna de Ângelis. Salvador: Leal, 1991, p. 90).
Em outra obra, afirma: A transformação do lar em célula viva do Cristianismo operante constitui labor impostergável.
Isto porque o lar é a matriz geradora da comunidade ditosa, sobre a qual repousam os sustentáculos das nacionalidades progressistas. Acende o sol do Evangelho em casa, reúne-te com os teus para orar Os espíritas e, em particular, os participantes de grupos mediúnicos (...) precisam compreender a necessidade do Culto do Evangelho no lar. Pelo menos, semanalmente, é aconselhável se reúna com os familiares ou com alguns parentes capazes de entender a e jamais triunfarão trevas em teu lar, em tua família, em teu coração.
(FRANCO, Divaldo Pereira. Leis Morais. Joanna de Ângelis. Salvador: Leal, 1987, p. 19).
Por fim, Bezerra de Menezes conclui, convidando-nos à ação:
(...) Auxiliemos a plantação do Cristianismo no santuário familiar, à luz da Doutrina Espírita, se desejamos efetivamente a sociedade aperfeiçoada amanhã.
(XAVIER, Francisco Cândido. Temas da vida: O Evangelho no lar. Bezerra de Menezes. São Paulo: CEU, 1978).
Finalidade e Importância do Evangelho do Lar
1. Estudar o Evangelho de Jesus possibilita compreender os ensinamentos cristãos, cuja prática nos conduz ao aprimoramento moral.
2. Criar em todos os lares o hábito de se reunir em família, para despertar e acentuar nos familiares o sentimento de fraternidade.
3. Pelo momento de paz que o Evangelho proporciona ao Lar, pela união das criaturas, propiciando a cada um uma vivência tranqüila e equilibrada.
4. Higienizar o Lar por pensamentos e sentimentos ele va dos e favorecer a influência dos Mensageiros do Bem.
5. Facilitar no Lar e fora dele o amparo necessário diante das dificuldades materiais e espirituais, mantendo operantes os princípios da vigilância e da oração.
6. Elevar o padrão vibratório dos componentes do Lar e contribuir com o Plano Espiritual na ob tenção de um mundo melhor.
7. Tornar o Evangelho conhecido, compreendido, sentido e exemplificado em todos os ambientes.
Significado
“Quando o ensinamento do Mestre vibra entre quatro paredes de um templo doméstico, os pequeninos sacrifícios tecem a felicidade comum.”
(XAVIER, Francisco Cândido. Luz no lar, Autores diversos, 85. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1997. Cap. 1, p. 11 e 12).
Como fazer?
Escolha, na semana, um dia e horário em que a família possa se reunir durante mais ou menos trinta minutos.
Crianças também podem fazer parte da reunião. Pode ocorrer a presença de visitantes ocasionais e, neste caso, podem ser convidados a participar; caso não sejam espíritas, devem ser esclarecidos sobre a finalidade da reunião. Há inclusive a possibilidade da reunião ser realizada por uma só pessoa – o roteiro a ser seguido é o mesmo.
Roteiro para a reunião
1. Início da reunião – prece simples e espontânea.
2. Leitura de O Evangelho Segundo o Espiritismo – começar desde o prefácio, lendo um item ou dois sempre em seqüência.
3. Comentários sobre o texto lido – devem ser breves e contando com a participação dos presentes, evidenciando o ensino moral aplicado às situações do dia-a-dia.
4. Vibrações – Pela fraternidade, paz e equilíbrio de toda a Humanidade, por todos os governantes e por aqueles que têm sob a sua responsabilidade: crianças, jovens, adultos e idosos; pela implantação e vivência do Evangelho em todos os lares; pelo próprio lar dos participantes, mentalizando paz, harmonia e saúde para o corpo e para o espírito.
5. Pedidos – Pode-se pedir pelos parentes, amigos, por pessoas que não participem do círculo de amizades e por toda Humanidade.
6. Prece de encerramento – Simples, sincera e espontânea, agradecendo a Deus, a Jesus e aos Bons Espíritos.
OBS.: A prática do Evangelho no Lar não deve ser transformada em reunião mediúnica.
Toda intuição e inspiração, que possam ocorrer, devem ficar no campo dos comentários gerais, no momento oportuno.
O livro básico e indicado é "O Evangelho Segundo o Espiritismo" (Allan Kardec).
Livros recomendados:
Caminho, Verdade e Vida, Pão Nosso, Fonte Viva, Vinha de Luz (Emmanuel);
Agenda Cristã (André Luiz);
Jesus no Lar - Alvorada Cristã (Neio Lúcio);
Luz no Lar (Autores diversos);
Deus aguarda - Evangelho em Casa (Meimei);
Messe de Amor (Joanna de Ângelis) e outros de conteúdos semelhantes.
Mensagens de Apoio
O Culto Cristão no Lar
Povoara-se o firmamento de estrelas, dentro da noite prateada de luar, quando o Senhor, instalado provisoriamente em casa de Pedro, tomou os Sagrados Escritos
e, como se quisesse imprimir novo rumo à conversação que se fizera improdutiva e menos edificante, falou com bondade: - Simão, que faz o pescador quando se dirige para o mercado com os frutos de cada dia? O apóstolo pensou alguns momentos e respondeu, hesitante: - Mestre, naturalmente, escolhemos os peixes melhores.
Ninguém compra os resíduos da pesca.
Jesus sorriu e perguntou, de novo: - E o oleiro? que faz para atender à tarefa a que se propõe? - Certamente, Senhor - redargüiu o pescador, intrigado - modela o barro, imprimindo-lhe a forma que deseja.
O Amigo Celeste, de olhar compassivo e fulgurante, insistiu: - E como procede o carpinteiro para alcançar o trabalho que pretende? O interlocutor, muito simples, informou sem vacilar: - Lavrará a madeira, usará a enxó e o serrote, o martelo e o formão.
De outro modo, não aperfeiçoará a peça bruta.
Calou-se Jesus, por alguns instantes, e aduziu: - Assim, também, é o lar diante do mundo.
O berço doméstico é a primeira escola e o primeiro templo da alma.
A casa do homem é a legítima exportadora de caracteres para a vida comum.
Se o negociante seleciona a mercadoria, se o marceneiro não consegue fazer um barco sem afeiçoar a madeira aos seus propósitos, como esperar uma comunidade segura e tranqüila sem que o lar se aperfeiçoe? A paz do mundo começa sob as telhas a que nos acolhemos.
Se não aprendemos a viver em paz, entre quatro paredes, como aguardar a harmonia das nações? Se nos não habituamos a amar o irmão mais próximo, associado à nossa luta de cada dia, como respeitar o Eterno Pai que nos parece distante? Jesus relanceou o olhar pela sala modesta, fez pequeno intervalo e continuou: - Pedro, acendamos aqui, em torno de quantos nos procuram a assistência fraterna, uma claridade nova.
A mesa de tua casa é o lar de teu pão.
Nela, recebes do Senhor o alimento para cada dia.
Por que não instalar, ao redor dela, a sementeira da felicidade e da paz na conversação e no pensamento? O Pai, que nos dá o trigo para o celeiro, através do solo, envia-nos a luz através do Céu.
Se a claridade é a expansão dos raios que a constituem, a fartura começa no grão.
Em razão disso, o Evangelho não foi iniciado sobre a multidão, mas sim no singelo domicílio dos pastores e dos animais.
Simão Pedro fitou no Mestre os olhos humildes e lúcidos e, como não encontrasse palavras adequadas para explicar-se, murmurou, tímido: - Mestre, seja feito como desejas.
Então Jesus, convidando os familiares do apóstolo à palestra edificante e à meditação elevada, desenrolou os escritos da sabedoria e abriu, na Terra, o primeiro culto cristão no lar.
(XAVIER, Francisco Cândido. Jesus no Lar. Pelo Espírito de Néio Lúcio. FEB).
A Escola do Coração
O lar, na essência, é academia da alma.
Dentro dele, todos os sentimentos funcionam por matérias educativas.
A responsabilidade governa. A afeição inspira.
O dever obriga. O trabalho soluciona.
A necessidade propõe. A cooperação resolve.
O desafio provoca. A bondade auxilia.
A ingratidão espanca. O perdão balsamiza.
A doença corrige. O cuidado preserva.
O egoísmo aprisiona. A renúncia liberta.
A ilusão ensombra. A dor ilumina.
A exigência destrói. A humildade refunde.
A luta renova. A experiência edifica.
Todas as disciplinas referentes ao aprimoramento do cérebro são facilmente encontradas nas universidades da Terra, mas a família é a escola do coração, erguendo entes amados à condição de professores do espírito.
E somente nela conseguimos compreender que as diversas posições afetivas, que adotamos na esfera convencional, são apenas caminhos para a verdadeira fraternidade que nos irmana a todos, no amor puro, em sagrada união, diante de Deus.
(XAVIER, Francisco Cândido. Seara dos médiuns. Pelo Espírito de Emmanuel. Reunião pública de 25-7-60. Questão no 341. FEB).
No recinto doméstico
Dentro dele, todos os sentimentos funcionam por maA Escola do Coração Bondade no campo doméstico é a caridade começando em casa.
Nunca fale aos gritos, abusando da intimidade com os entes queridos.
Utilize os pertences caseiros sem barulho, poupando o lar a desequilíbrio e perturbação.
Aprenda a servir-se, tanto quanto possível, de modo a não agravar as preocupações da família.
Colabore na solução do problema que surja, sem alterar-se na queixa.
A sós ou em grupo, tome sua refeição sem alarme.
Converse edificando a harmonia.
É sempre possível achar a porta do entendimento mútuo, quando nos dispomos a ceder, de nós mesmos, em pequeninas demonstrações de renúncia a pontos de vista.
Quantas vezes um problema aparentemente insolúvel pede tão-somente uma palavra calmante para ser resolvido?
Abstenha-se de comentar assuntos escandalosos ou inconvenientes.
Em matéria de doenças, fale o estritamente necessário.
Procure algum detalhe caseiro para louvar o trabalho e o carinho que lhe compartilham a existência.
Não se aproveite da conversação para entretecer apontamentos de crítica ou censura, seja a quem seja.
Bondade no campo doméstico é a caridade começando em casa.
Se você tem pressa de sair, atenda ao seu regime de urgência com serenidade e respeito, sem estragar a tranqüilidade dos outros.
(XAVIER, Francisco Cândido. Sinal Verde, Pelo Espírito de André Luiz. CEC).
Evangelho no Lar
Trabalhemos pela implantação do Evangelho no Lar, quando estiver ao alcance de nossas possibilidades.
A seara depende da sementeira.
Se a gleba sofre o descuido de quem lavra e prepara, se o arado jaz inerte e se o cultivador teme o serviço, a colheita será sempre desengano e necessidade, acentuando o desânimo e a inquietação.
É importante nos unamos todos no lançamento dos princípios cristãos no santuário doméstico.
Trazer as claridades da Boa Nova ao templo da família é aprimorar todos os valores que a experiência terrestre nos pode oferecer.
Não bastará entronizar as relíquias materiais que se reportem ao Divino Mestre, entre os adornos da edificação de pedra e cal, onde as almas se reúnem sob os laços da comunidade ou da atração afetiva.
É necessário plasmar o ensinamento de Jesus na própria vida, adaptando-se-lhe o sentimento à beleza excelsa.
Evangelho no Lar é Cristo falando ao coração. Sustentando semelhante luz nas igrejas vivas do lar, teremos a existência transformada na direção do Infinito Bem.
O Céu, naturalmente, não nos reclama a sublimação de um dia para outro nem exige de nós, de imediato, as atitudes espetaculares dos heróis.
O trabalho da evangelização é gradativo, paciente e perseverante. Quem recebe na inteligência a gota de luz da Revelação Cristã, cada dia ou cada semana transforma-se no entendimento e na ação, de maneira imperceptível.
Apaga-se nas almas felicitadas por essa bênção o fogo das paixões, e delas desaparecem os pruridos da irritação inútil que lhe situa o pensamento nos escuros resvaladouros do tempo perdido.
Enquanto isso ocorre, as criaturas despertam para a edificação espiritual com o serviço por norma constante de fé e caridade, nas devoluções a que se afeiçoam, de vez que compreendem, por fim, no Senhor, não apenas o Amigo Sublime que ampara e eleva, mas também o orientador que corrige e educa para a felicidade real e para o bem verdadeiro.
Auxiliemos a plantação do Cristianismo no santuário familiar, à luz da Doutrina Espírita, se desejamos efetivamente a sociedade aperfeiçoada no amanhã.
Em verdade, no campo vasto do mundo as estradas se bifurcam, mas é no lar que começam os fios dos destinos e nós sabemos que o homem na essência é o legislador da própria existência e o dispensador da paz ou da desesperação, da alegria ou da dor a si mesmo.
Apoiar semelhante realização, estendendo-se nos círculos das nossas amizades, oferecendo-lhe o nosso concurso ativo, na obra de regeneração dos espíritos na época atormentada que atravessamos, é obrigação que nos reaproximará do Mentor Divino, que começou o seu apostolado na Terra, não somente entre os doutores de Jerusalém, mas também nos júbilos caseiros da festa de Caná, quando, simbolicamente, transformou a água em vinho na consagração da paz familiar.
Que a Providência Divina nos fortaleça para prosseguirmos na tarefa de reconstrução do lar sobre os alicerces do Cristo, nosso Mestre e Senhor, dentro da qual cumpre-nos colaborar com as nossas melhores forças.
(XAVIER, Francisco Cândido. Temas da Vida. Pelo Espírito de Bezerra de Menezes. CEU).
Testemunho Doméstico
“Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé.” Paulo. (Gálatas, 6:10).
Decerto que o apóstolo Paulo, em nos recomendando carinho especial para com a família da nossa fé, mantinha em vista a obrigação inarredável da assistência imediata aos que convivem conosco.
Se não formos úteis e compreensivos, afáveis e devo tados, junto de alguns companheiros, como testemunhar a vivência das lições de Jesus, diante da Humanidade?
Admitimos, porém, à luz da Doutrina Espírita, que o aviso apostólico se reveste de significação mais profunda.
É que, entre os nossos domésticos, estão particularmente os laços de existências passadas, muitos deles reclamando reajuste e limpeza.
Na equipe dos familiares do dia-a-dia formam, comumente, aqueles Espíritos que, por força de nossos compromissos do pretérito, nos fiscalizam, criticam,
advertem e experimentam.
Sempre fácil dar boa impressão a quem não prive intimamente conosco. Num gesto ou numa frase, arrancamos, de improviso, o aplauso ou a admiração de quantos nos encontram exclusivamente na paisagem escovada dos atos sociais.
Diante dos amigos que se despedem de nós, depois de uma solenidade ou de qualquer encontro formal, nada difícil cairmos desastradamente sob a hipnose de lisonja com que se pretende exagerar as nossas virtudes de superfície.
Examinemos, contudo, as nossas conquistas morais, demonstrando-as perante aqueles que nos conhecem os pontos fracos.
Não nos iludamos.
Façamos o bem a todos, mas provemos, a nós mesmos, se já somos bons, fazendo o bem, a cavaleiro de todos os embaraços, diante daqueles que diariamente nos acompanham a vida, policiando o nosso comportamento entre o bem e o mal.
(XAVIER, Francisco Cândido. Palavras de vida eterna. Pelo Espírito de Emmanuel. FEB).
Jesus Contigo
Dedica uma das sete noites da semana ao Culto Evangélico no Lar, a fim de que Jesus possa pernoitar em tua casa.
Prepara a mesa, coloca água pura, abre o Evangelho, distende a mensagem da fé, enlaça a família e ora.
Jesus virá em visita.
Quando o Lar se converte em santuário, o crime se recolhe ao museu. Quando a família ora, Jesus se demora em casa. Quando os corações se unem nos liames da Fé, o equilíbrio oferta bênçãos de consolo e a saúde derrama vinho de paz para todos.
Jesus no Lar é vida para o Lar.
Não aguardes que o mundo te leve a certeza do bem variável. Distende, da tua casa cristã, a luz do Evangelho para o mundo atormentado.
Quando uma família ora em casa, reunida nas blandícias do Evangelho, toda a rua recebe o benefício com a comunhão com o Alto.
Se alguém, num edifício de apartamentos, alça aos Céus a prece da comunhão em família, todo o edifício se beneficia, qual lâmpada ignorada, acesa na ventania.
Não te afastes da linha direcional do Evangelho entre os teus familiares. Continua orando fiel, estudando com os teus filhos e com aqueles a quem amas as Diretrizes do Mestre e, quanto possível, debate os problemas que te afligem à luz clara da mensagem da Boa Nova e examina as dificuldades que te perturbam ante a inspiração consoladora do Cristo.
Não demandes a rua, nessa noite, senão para os inevitáveis deveres que não possas adiar.
Demora-te no Lar para que o Divino Hóspede, aí também, se possa demorar.
E, quando as luzes se apagarem à hora do repouso, ora mais uma vez, comungando com Ele, como Ele procura fazer, a fim de que, ligado a ti, possas, em casa, uma vez por semana, em sete noites, ter Jesus contigo.
(FRANCO, Divaldo Pereira. S.O.S. Família. Pelo Espírito de Joanna de Ângelis. LEAL).
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